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A reforma tributária e os avanços na infraestrutura
25 de outubro de 2023

Proposta simplifica e unifica tributos, proporcionando mais transparência na política econômica

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) apresentou nesta quarta-feira (25/10) relatório sobre a Reforma Tributária, aprovada na Câmara dos Deputados em julho deste ano. A proposta do senador incluiu medidas importantes para o fortalecimento do setor de infraestrutura, como o regime especial para o modal rodoviário, com o objetivo de evitar aumento de tarifas para os usuários de rodovias.

A CEO do MoveInfra, Natália Marcassa, avalia que novo regime tributário vai simplificar a cobrança e pagamentos de impostos, contribuindo para a atração de investimentos. “O mundo vai passar a nos entender. Hoje, o mundo não entende o Brasil”. Marcassa destaca que o regime atual é complexo e ineficiente, o que dificulta a aplicação de novos recursos para melhoria e aperfeiçoamento dos sistemas de transporte e logística.

Marcassa destaca, ainda, a preocupação das concessionárias de serviços públicos no tempo previsto para o reequilíbrio financeiro dos contratos após a entrada em vigor das novas regras. Portanto, a previsão de um mecanismo de ajuste dos contratos, incluída no relatório do senador Eduardo Braga, é fundamental para o setor.

“Não podemos esperar 10 anos para que novas condições sejam negociadas. Isso deve ser feito ao longo da transição dos sistemas tributários, evitando que aumentos repentinos de impostos pesem sobre as concessões”, pondera Marcassa.

O MoveInfra também destaca a atuação do senador Efraim Filho (União-PB), que permitiu ao setor de infraestrutura contribuir para o aprimoramento da PEC em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos, e de todos os senadores que contribuíram para a discussão apresentando emendas à proposta.

A reforma tributária simplifica e unifica tributos, proporcionando mais transparência e efetividade na política econômica. A previsão é de que a proposta seja votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em novembro para, sem seguida, ser analisada no Plenário da Casa.
25 de junho de 2026
Neste momento em que o Brasil atravessa um ciclo virtuoso de expansão da infraestrutura, com investimentos que devem alcançar R$ 300 bilhões em 2027, reiteramos o pedido já feito ao Senado Federal de celeridade na tramitação do Projeto 7063/2017. O texto já passou pela Câmara dos Deputados, sob relatoria do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania/SP). Ele promove alterações importantes nas Leis 8.987, de 1995 (Lei de Concessão e Permissão de Serviços Públicos) e 11.079, de 2004 (Lei de Parcerias Público-Privadas). Entre as mudanças propostas estão a extensão do regime do aporte de recursos às concessões comuns, a previsão para reequilíbrio cautelar e o prazo para sua deliberação, além de outras medidas como a possibilidade de pagamento de valor incontroverso, a extinção por acordo e o reajuste tarifário. Todas essas alterações convergem para a modernização da legislação sob regras regulatórias mais consistentes, num ambiente de maior segurança jurídica. Esse instrumento é de elevada importância para a ampliação dos investimentos em infraestrutura no Brasil — condição essencial para o desenvolvimento do país. Por essa razão, insistimos no pedido para que o Senado inclua o projeto na pauta o mais brevemente possível e aprove o projeto com a devida celeridade. 
12 de junho de 2026
As agências reguladoras são uma conquista do Estado brasileiro. Elas exercem papel estratégico no desenvolvimento do país ao garantir estabilidade, previsibilidade e segurança jurídica em setores essenciais para a economia. O bloqueio de recursos determinado pelo Decreto 12.990/2026 compromete a capacidade operacional e institucional das agências. A limitação orçamentária reduz as fiscalizações e afeta a análise de projetos essenciais para o país, especialmente no âmbito da ANTT, ANAC, ANTAQ e ANA. Em um cenário de expansão das concessões e parcerias com a iniciativa privada no setor de infraestrutura, enfraquecer as entidades responsáveis pela regulação e supervisão dos contratos representa um risco à eficiência regulatória e à confiança dos agentes econômicos. Dois projetos de Lei, em tramitação no Congresso Nacional, contribuem para reverter esse cenário. O PLP 73/2025, de autoria do senador Laércio Oliveira (PPSE) e relatoria do senador Marcos Rogério (PL-RO), altera o artigo 9º da Lei de Responsabilidade Fiscal para impedir que as atividades-fim das agências reguladoras sejam alvo de bloqueios orçamentários. E o PL 1.374/2025, complementar ao primeiro e sob relatoria do senador Jaques Wagner (PT-BA) na CCJ, modifica a Lei nº 13.848/2019 para detalhar a autonomia administrativa das agências reguladoras, reconhecendo como atividades-fim aquelas relacionadas à regulação, outorga, fiscalização, mediação e relacionamento com os consumidores. Fortalecer as agências reguladoras é uma agenda de desenvolvimento nacional. Instituições bem estruturadas contribuem para a atração de investimentos, para a melhoria dos serviços prestados à população e para a execução de projetos que impulsionam a competitividade do país. A Aliança pela Infraestrutura apoia essa ideia. Junho de 2026
21 de maio de 2026
Documento vai identificar os principais desafios e oportunidades do setor hidroviário com foco na elaboração de diretrizes estratégicas para o fortalecimento do setor
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